Sonya Azevedo
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Jacintos da Alma

Nascentes de Luz

 

Amigos queridos,

dedico este soneto às vítimas das enchentes

que iniciaram neste ano,

trazendo dores e destruição.

Com fé em Deus tudo se normalizará

e a solidariedade em muito ajudará

aos necessitados.

Aproveito para desejar a todos um ótimo final de semana.

Muita luz e paz.

 

 

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Agradeço aos amigos que por aqui deixam suas interações

em magníficos versos.

 

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Jacó Filho

 

Faz-nos parecer madrasta,

A nossa Mãe Natureza,

Vendo mortes e tristezas,

Quando chuvas nos arrasa...

 

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Trovador das Alterosas

 

Vais matando o rio ferindo o mar,

Jogando no leito a sujeira fedida,

Vais obrigando ao rio a carregar,

Toda tua podridão sempre varrida!

Tuas doenças de um animal louco,

Que vai matando pouco a pouco...

Tudo aquilo sadio e que te da vida.

 

O rio rola manso sobre as terras,

Para levar a pureza da fertilidade!

Vai contornando todas as serras,

E passando por dentro da cidade!

Vai descendo veloz a corredeira,

Despenca no salto da cachoeira...

No seu lindo voo para a liberdade.

 

Porque tu não permites ao rio viver,

Sem tirar da margem o seu verde?

Para que assim não o vejas morrer...

Ante o teu machado e a tua rede!

Matas o verde macula as águas...

E no fim as suas próprias mágoas,

Não conseguirão matar a tua sede.

 

O rio num estrondoso mergulho,

Salta a cachoeiras a ribombar!

Grita chora e faz muito barulho,

Que vai se espalhando pelo ar...

O grito é um pedido de socorro,

Não me mates, eu mesmo morro...

Quando me atiro dentro do mar.

 

Tu ó “homem” herdastes a terra,

Defenda-a, pois, da destruição.

Faça amor não faças a guerra...

O Teu orgulho e a tua ambição,

Vão terminar com a tua morte...

Então porque não mudas a sorte,

Dos humanos que um dia virão?

 

O mar com a onda que arrebenta,

Da - nos de graça, um belo porvir!

Separa da água a parte fedorenta,

E ela gasosa se evapora, para subir.

E volta cristalina, cheia de pureza,

Um processo milagroso da natureza,

Que nós “homens”, queremos destruir.

 

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Sonia Nogueira

 

Corre o rio levando detritos

As mágoas que nele mora

O coração com seus conflitos

Mas o rio se vai embora

 

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Poeta Olavo

 

Eu vejo o rio passar

Correndo todos os dias

Faz meu sonho viajar

Até a sua companhia

 

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Sonya Azevedo
Enviado por Sonya Azevedo em 26/02/2022
Alterado em 17/03/2022
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