
Dedico este soneto a alguém que se alimenta dos versos alheios!
E ainda se acha um literato!
Poor leech!
♥
Agradeço ao amigo e poeta Jacó Filho, seu apoio em forma de versos
SERVOS DA VAIDADE
Quando de outrem é o fruto da criatividade,
Não importam as razões, faz-se desperdício,
Do dom sagrado que Deus em sua bondade,
Deu a todos os filhos pra usarem nos ofícios
E o de sermos poeta brilha entre os sublimes
Por expormos à luz, poemas no céu gestados...
Desrespeitam seus dons, e a arte não redime,
Aquele que por outro os textos foram criados...
Deixamos de evoluir por não treinar a mente,
Quando usamos rotas em propriedade alheia
Sem observarmos as leis de direitos vigentes...
Nadamos um oceano pra morrermos na areia,
Perdendo visões que revelam o transcendente...
Sem usarmos truques nem encanto de sereias...
Parabéns! E que Deus nos abençoe e nos ilumine... Sempre...
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Agradeço, de coração, ao Poeta Olavo seu mimo e solidariedade em forma de versos.
"Você até foi delicada
Com a águia e o gavião
Porque essa cachorrada
Não merece o seu perdão."
Eis aí a minha interação inspirada no gaviáo.
Se tudo aconteceu na poesia, deve-se rebater com a poesia.
Com meus lamentos pelo plágio,
deixo aqui o meu abraço com votos de excelente domingo pra ti.
Vá em frente.
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