
Bom dia,
Desejo a todos uma excelente semana.
Que a paz nos chegue com os versos de um poeta,
e que Deus nos traga a luz a guiar-nos nessa estrada chamada vida.
Fé e Amor.
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Agradeço de coração ao poeta e amigo Jacó Filho,
por seu apreço e carinho de sempre e aproveito
para dividirmos juntos este espaço de poesia.
DIVINA LOUCURA
(Jacó Filho)
Sempre que a imagino sob a lua cheia
Lembrando espelhos a refletir o mar,
E as alucinações que o astro clareia,
Num corpo concebido para encantar…
A minha alma que clama,
Para nos termos na cama,
Que o céu fez na areia…
Pros anjos nos inspirar,
Sempre que a imagino sob a lua cheia
Lembrando espelhos a refletir o mar…
(Reescrito)
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Agradeço ao poeta e amigo Felipe Felix, seu mimo em forma de versos.
"HOJE "
Hoje pensei nos tempos de antes,
Nos abraços que pareciam abrigo,
Nos teus olhos iluminando a tarde,
E no mundo inteiro cabendo num sorriso.
Lembrei de nós,
Quando o amor era simples,
Quando teu nome bastava
Pra acalmar qualquer tempestade dentro de mim.
Ah, se o tempo aceitasse barganhas,
Eu voltaria só por um instante,
Para dizer que a distância não levou embora
Aquilo que o coração guarda adiante.
Porque o afeto permaneceu.
E a paixão...
Essa atravessou os anos,
As ausências, Os silêncios,
E continuou aqui.
Às vezes perco a noite imaginando
Como seria te encontrar outra vez.
Talvez o destino parasse por alguns segundos,
Talvez o mundo esquecesse sua pressa.
E entre um abraço e outro,
Entre um olhar e um sorriso,
Descobriríamos que certos sentimentos...
Não envelhecem.
Hoje, já hoje,
Eu só queria te ver chegando,
Como quem volta para casa,
Depois de uma longa viagem.
E então entender,
Sem precisar dizer palavra alguma,
Que ainda existe poesia...
No que restou de nós.
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Agradeço a amiga querida e poetisa San Cardoso,
seu mimo em versos.
INSÔNIA
Em outra insone madrugada,
afloram - se todos os medos.
Em noite clara a lua velada,
a remoer todos os segredos.
O som do silencio em toada,
ao forte murmúrio procedo.
Em outra insone madrugada,
aforamento todos os medos.
Em toda emoção arremessada,
faz a ilusão escoar pelos dedos.
O cortante vento em chicotada,
pedras a rolar pelos rochedos.
Em outra insone madrugada.
SanCardoso
(03/10/23)
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